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Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS
P.A.: Educação Digital - ensino e aprendizagem no mundo digital
Este Blog foi criado a partir do estímulo da Professora Eliane Schlemmer, na disciplina intitulada Educação e Aprendizagem no Mundo Digital. Tendo como base este estímulo, resolvemos criar o Blog chamado INCLUSÃO DIGITAL DA EJA, o mesmo foi inspirado em nossas dúvidas quanto aos Projetos de Inclusão para os alunos com mais de 35 anos e como eles se sentem em relação a isso.
Saudamos a todos e sintam-se acolhidos!!!
Abraços,
Amanda, Cátia, Iria e Rosane
P.A.: Educação Digital - ensino e aprendizagem no mundo digital
Este Blog foi criado a partir do estímulo da Professora Eliane Schlemmer, na disciplina intitulada Educação e Aprendizagem no Mundo Digital. Tendo como base este estímulo, resolvemos criar o Blog chamado INCLUSÃO DIGITAL DA EJA, o mesmo foi inspirado em nossas dúvidas quanto aos Projetos de Inclusão para os alunos com mais de 35 anos e como eles se sentem em relação a isso.
Saudamos a todos e sintam-se acolhidos!!!
Abraços,
Amanda, Cátia, Iria e Rosane
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Análise das entrevistas feitas pelo grupo
Entrevistas E QuestionáRios
From: catia_rostirolla,
1 minute ago
Entrevistas E QuestionáRios
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Análise das entrevistas feitas pelo grupo
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quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Apreciação do Texto 09
Texto 09
From: catia_rostirolla,
1 minute ago
Texto 09
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Apreciação do Texto 08
Texto 08
From: catia_rostirolla,
2 weeks ago
Texto 08
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Apreciação dos textos.
O texto de Joanez Aparecida Aires são analisados cinco softwares educativos, ao decorrer do texto surge um questinamento, o que é interatividade? O que é um software educativo? Então surge a explicação de da diferença entre interatividade e interação.
Primo (1998) interpreta que a interação mútua caracteriza-se como um sistema aberto, enquanto que a interação reativa caracteriza-se como um sistema fechado.
O sistema aberto favorece maior liberdade, criatividade, o usuário tem possibilidade de participar da elaboração ou construção das interfaces, decidindo seu próprio percurso. Já no sistema fechado ele apenas pode reagir, de acordo com a seqüência e opções que o programador definiu.
Verificou-se, então, que os softwares analisados, por apresentarem-se como sistemas fechados, não podem ser caracterizados como de interação mútua.
Dentre os programas analisados, todos foram classificados como de interatividade reativa, de sistema fechado, pois apenas permitiam ao usuário um número limitado de ações pré-programadas, alguns mais limitados que outros. Apenas um dos sofwares analisados possuía hipertexto; três eram com e dois sem recursos de animação, imagens e som; três eram de interfaces que dificultavam a navegação.
AIRES, Joanez A.; ERN, Edel. Os softwares educativos são interativos. Informática na Educação: Teoria e Prática, Porto Alegre: UFRGS, Faculdade de Educação, Pós-Graduação em Informática na Educação, v. 5, n. 1, p. 79-87, mai. 2002
Primo (1998) interpreta que a interação mútua caracteriza-se como um sistema aberto, enquanto que a interação reativa caracteriza-se como um sistema fechado.
O sistema aberto favorece maior liberdade, criatividade, o usuário tem possibilidade de participar da elaboração ou construção das interfaces, decidindo seu próprio percurso. Já no sistema fechado ele apenas pode reagir, de acordo com a seqüência e opções que o programador definiu.
Verificou-se, então, que os softwares analisados, por apresentarem-se como sistemas fechados, não podem ser caracterizados como de interação mútua.
Dentre os programas analisados, todos foram classificados como de interatividade reativa, de sistema fechado, pois apenas permitiam ao usuário um número limitado de ações pré-programadas, alguns mais limitados que outros. Apenas um dos sofwares analisados possuía hipertexto; três eram com e dois sem recursos de animação, imagens e som; três eram de interfaces que dificultavam a navegação.
AIRES, Joanez A.; ERN, Edel. Os softwares educativos são interativos. Informática na Educação: Teoria e Prática, Porto Alegre: UFRGS, Faculdade de Educação, Pós-Graduação em Informática na Educação, v. 5, n. 1, p. 79-87, mai. 2002
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Pesquisas Virtuais sobre ID na EJA
A EJA na APAE - DF
A EJA na APAE é um projeto de escolarização voltado para a inclusão do deficiente (neste caso deficiente intelectual) no mundo do trabalho. Pois, sem este domínio seu acesso a um emprego fica ainda mais restrito. Os conteúdos elaborados são do cotidiano de suas vivências, em forma de temas geradores para torná-los ativos e participativos e o aluno pode cursar as disciplinas de acordo com seu ritmo de aprendizagem. O laboratório de informática complementa o atendimento pedagógico e possibilita um maior dinamismo no aprendizado. Neste caso, quando o aluno conseguisse vencer o ciclo até a 4ª série do esino fundamental era encaminhado para inclusão em classes regulares. http://www.apaedf.org.br/eja.htm
A EJA na APAE é um projeto de escolarização voltado para a inclusão do deficiente (neste caso deficiente intelectual) no mundo do trabalho. Pois, sem este domínio seu acesso a um emprego fica ainda mais restrito. Os conteúdos elaborados são do cotidiano de suas vivências, em forma de temas geradores para torná-los ativos e participativos e o aluno pode cursar as disciplinas de acordo com seu ritmo de aprendizagem. O laboratório de informática complementa o atendimento pedagógico e possibilita um maior dinamismo no aprendizado. Neste caso, quando o aluno conseguisse vencer o ciclo até a 4ª série do esino fundamental era encaminhado para inclusão em classes regulares. http://www.apaedf.org.br/eja.htm
Pesquisas Virtuais sobre ID na EJA
Um Relato de Experiência
Uma monitora ao iniciar na sala de informática numa escola de EJA diz que, quando começou o trabalho os alunos estavam copiando textos somente com maiúsculas sem entenderem o sentido do trabalho. Então, após uma intervenção ela propôs às professoras um trabalho diferente de reflexão sobre a escrita. Ela começou fazendo uma pesquisa para conhecer o nível em que cada um estava na alfabetização. Houve resistência inicial a essa proposta nova, alguns inclusive querendo desistir das aulas, mas depois, com insistência o trabalho avançou satisfatoriamente. http://www.santabarbara.sp.gov.br/educacao/index.php?pag=relatos
Uma monitora ao iniciar na sala de informática numa escola de EJA diz que, quando começou o trabalho os alunos estavam copiando textos somente com maiúsculas sem entenderem o sentido do trabalho. Então, após uma intervenção ela propôs às professoras um trabalho diferente de reflexão sobre a escrita. Ela começou fazendo uma pesquisa para conhecer o nível em que cada um estava na alfabetização. Houve resistência inicial a essa proposta nova, alguns inclusive querendo desistir das aulas, mas depois, com insistência o trabalho avançou satisfatoriamente. http://www.santabarbara.sp.gov.br/educacao/index.php?pag=relatos
Pesquisas Virtuais sobre ID na EJA
Relato de Estágio – gestão Escolar e Tecnologias Educacionais
Pesquisando na internet sobre questão da EJA e Projetos de inclusão digital, descobrimos um blog de uma estagiária de Pedagogia sobre suas atividades com propostas de inclusão digital numa escola municipal de Santa Catarina onde ocorrem trabalhos do curso da EJA.
Segundo o relatório, há muito interesse por parte dos alunos, inclusive questionamento sobre o preenchimento da carga horária que era de 40 h que devido aos feriados e reuniões ficaram prejudicadas, pois eram em dias de semana fixos.
Segundo percepção da estagiária, “a troca de experiências e a cooperação são iniciativas essenciais para o sucesso dos objetivos a serem alcançados no processo de ensino-aprendizagem”. Em contraponto, ela coloca que “muitas escolas estão com os laboratórios fechados” Segundo Lis, “para a inserção das tecnologias se evidencia muitas barreiras: falta de apoio técnico, financeiro e desconhecimento do direito adquirido sobre a adoção de políticas públicas de apoio à infoinclusão”.
No relato a estagiária apresenta a dificuldade de colocar em prática seu projeto, primeiro porque a sala de informática estava em reforma, depois houve alunos que desistiram em função dessa longa espera. Ela havia feito um planejamento seguinte:
· 1 aula de Recados e informações – História do computador;
· 03 Aulas em cada um dos seguintes programas: de Editor de Texto – Writter; Planilha de Calc – Calc; Impress – Impress; Revisão de Writter, Calc. e Impress; (Ensinar como Salvar no disquete, na pasta, abrir disquete, abrir pastas / abrir e mexer no Cd. Tirar todas as dúvidas pendentes); Internet (Sites de Pesquisa/ Pesquisar no site de busca, textos e imagens, recortar e colar no Editor de texto e enviar por e-mail. Criar e-mail).Mas teve de começar com o manuseio básico “pois alguns tinham medo de tocar no computador pois tinham receio de estragá-lo” e depois foi necessário retomar os conteúdos em função de interrupção na seqüência das aulas. Segundo ela, “os alunos estavam muito dependentes quanto ao uso do computador e esqueceram praticamente tudo que foi abordado, pelo fato de não terem acesso a essas máquinas, por esse tempo prolongado” (3 semanas- período de interrupção das aulas para manutenção das máquinas). Ela demonstrou preocupação em concluir o programa que estava atrasado pelos vários fatores mencionados. http://lislb.zip.net/
Pesquisando na internet sobre questão da EJA e Projetos de inclusão digital, descobrimos um blog de uma estagiária de Pedagogia sobre suas atividades com propostas de inclusão digital numa escola municipal de Santa Catarina onde ocorrem trabalhos do curso da EJA.
Segundo o relatório, há muito interesse por parte dos alunos, inclusive questionamento sobre o preenchimento da carga horária que era de 40 h que devido aos feriados e reuniões ficaram prejudicadas, pois eram em dias de semana fixos.
Segundo percepção da estagiária, “a troca de experiências e a cooperação são iniciativas essenciais para o sucesso dos objetivos a serem alcançados no processo de ensino-aprendizagem”. Em contraponto, ela coloca que “muitas escolas estão com os laboratórios fechados” Segundo Lis, “para a inserção das tecnologias se evidencia muitas barreiras: falta de apoio técnico, financeiro e desconhecimento do direito adquirido sobre a adoção de políticas públicas de apoio à infoinclusão”.
No relato a estagiária apresenta a dificuldade de colocar em prática seu projeto, primeiro porque a sala de informática estava em reforma, depois houve alunos que desistiram em função dessa longa espera. Ela havia feito um planejamento seguinte:
· 1 aula de Recados e informações – História do computador;
· 03 Aulas em cada um dos seguintes programas: de Editor de Texto – Writter; Planilha de Calc – Calc; Impress – Impress; Revisão de Writter, Calc. e Impress; (Ensinar como Salvar no disquete, na pasta, abrir disquete, abrir pastas / abrir e mexer no Cd. Tirar todas as dúvidas pendentes); Internet (Sites de Pesquisa/ Pesquisar no site de busca, textos e imagens, recortar e colar no Editor de texto e enviar por e-mail. Criar e-mail).Mas teve de começar com o manuseio básico “pois alguns tinham medo de tocar no computador pois tinham receio de estragá-lo” e depois foi necessário retomar os conteúdos em função de interrupção na seqüência das aulas. Segundo ela, “os alunos estavam muito dependentes quanto ao uso do computador e esqueceram praticamente tudo que foi abordado, pelo fato de não terem acesso a essas máquinas, por esse tempo prolongado” (3 semanas- período de interrupção das aulas para manutenção das máquinas). Ela demonstrou preocupação em concluir o programa que estava atrasado pelos vários fatores mencionados. http://lislb.zip.net/
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
APRECIAÇÕES DOS TEXTOS 11 E 12
O texto “Os Softwares Educativos são Interativos?” de Joanez Aparecida Aires e Edel Ern, apresenta análise se cinco softwares na área da educação que se dizem ser interativo. Durante a leitura vamos percebendo que os autores fazem um questionamento e conceituam o que é interatividade.
Mas como avaliar um software? Não é apenas uma escolha, utilizar um software para uso educativo na escola é complicado, pois devemos analisar quanto ao seu conteúdo e cabe ao professor fazer essa análise de acordo com a sua proposta pedagógica que pretende desenvolver com a sua turma. Também avaliar um software não depende somente de conhecimentos em informática, outros fatores são extremamente fundamentais como: ter conhecimento sobre as teorias de aprendizagem, concepções educacionais, práticas pedagógicas, saber qual o papel do computador, do aluno e do professor dentro deste contexto, porque o aluno percorre um caminho para construir o seu conhecimento, ele não é adquirido de forma imediata.
Todos esses fatores são importantíssimos para a escolha de um software, pois os educadores devem escolher um programa que esteja relacionado diretamente com a sua proposta pedagógica, que pretende desenvolver e não simplesmente levar em consideração o seu layout, pois será, então apenas uma comercialização de softwares educativos, que não acrescentam nada ao trabalho educativo. Entra aí o papel mediador do professor com suas concepções sobre o que é ensinar e aprender!
Mas como avaliar um software? Não é apenas uma escolha, utilizar um software para uso educativo na escola é complicado, pois devemos analisar quanto ao seu conteúdo e cabe ao professor fazer essa análise de acordo com a sua proposta pedagógica que pretende desenvolver com a sua turma. Também avaliar um software não depende somente de conhecimentos em informática, outros fatores são extremamente fundamentais como: ter conhecimento sobre as teorias de aprendizagem, concepções educacionais, práticas pedagógicas, saber qual o papel do computador, do aluno e do professor dentro deste contexto, porque o aluno percorre um caminho para construir o seu conhecimento, ele não é adquirido de forma imediata.
Todos esses fatores são importantíssimos para a escolha de um software, pois os educadores devem escolher um programa que esteja relacionado diretamente com a sua proposta pedagógica, que pretende desenvolver e não simplesmente levar em consideração o seu layout, pois será, então apenas uma comercialização de softwares educativos, que não acrescentam nada ao trabalho educativo. Entra aí o papel mediador do professor com suas concepções sobre o que é ensinar e aprender!
quinta-feira, 20 de novembro de 2008
AVALIAR NA CIBERCULTURA
A partir da leitura realizada do texto “AVALIAR NA CIBERCULTURA” de Andréa Cecília Ramal foi possível perceber que esse texto trata das necessidades que precisam ser repensadas na Educação.
A autora, para iniciar seu texto, utiliza recursos que fazem com que o leitor se interesse em saber sobre o que o texto trata ou como pode ajudar na inovação dos nossos conhecimentos.
Todos esses fatores de que o texto trata fazem com que desperte em nós, educadores, um novo olhar sobre as mudanças que estão ocorrendo na educação.
Para que isso ocorra é necessário que cada educador reflita sobre a sua prática de ensino, para assim podermos tomar novos rumos e assumir atitudes de quem acredita nessas novas mudanças na educação.
As informações transmitidas pelo professor tornam-se pouco revelantes, pois as tecnologias digitais passam a atender essas carências com mais rapidez. Mas para isso, o aluno deve também estar preparado para buscar e selecionar as informações que façam sentido para sua formação, envolvendo o aluno como sujeito da sua própria aprendizagem. Devemos saber como utilizar com maior eficácia essas novas tecnologias digitais virtuais no nosso trabalho pedagógico. Assim, a metodologia por aprendizagem de projetos busca envolver o aluno diretamente, formando grupos de pesquisa conforme os interesses que são comuns.
Creio que esse texto me fez refletir sobre o quanto ainda preciso ir em busca de novos conhecimentos e ainda preciso ampliar a minha visão sobre novos conceitos em relação à minha prática como educadora!
A autora, para iniciar seu texto, utiliza recursos que fazem com que o leitor se interesse em saber sobre o que o texto trata ou como pode ajudar na inovação dos nossos conhecimentos.
Todos esses fatores de que o texto trata fazem com que desperte em nós, educadores, um novo olhar sobre as mudanças que estão ocorrendo na educação.
Para que isso ocorra é necessário que cada educador reflita sobre a sua prática de ensino, para assim podermos tomar novos rumos e assumir atitudes de quem acredita nessas novas mudanças na educação.
As informações transmitidas pelo professor tornam-se pouco revelantes, pois as tecnologias digitais passam a atender essas carências com mais rapidez. Mas para isso, o aluno deve também estar preparado para buscar e selecionar as informações que façam sentido para sua formação, envolvendo o aluno como sujeito da sua própria aprendizagem. Devemos saber como utilizar com maior eficácia essas novas tecnologias digitais virtuais no nosso trabalho pedagógico. Assim, a metodologia por aprendizagem de projetos busca envolver o aluno diretamente, formando grupos de pesquisa conforme os interesses que são comuns.
Creio que esse texto me fez refletir sobre o quanto ainda preciso ir em busca de novos conhecimentos e ainda preciso ampliar a minha visão sobre novos conceitos em relação à minha prática como educadora!
domingo, 16 de novembro de 2008
Texto 12
No texto, “Tecnologia interativa a serviço da aprendizagem colaborativa num paradigma emergente”, Marilda Aparecida Behrens faz uma breve referência à evolução da visão científica a partir do paradigma newtoniano-cartesiano, de conhecimento dualista, fragmentado e racional. Segundo ela, a revolução tecnológica provoca o surgimento da sociedade do conhecimento que instiga um novo modelo de educação e aprendizagem, que prepare o aluno para ser um cidadão autônomo e colaborativo, capaz de produzir e renovar continuamente seus conhecimentos num mundo de certezas instáveis.
Behrens defende o uso do computador e da rede de informações como suportes importantes de uma ação pedagógica inovadora e competente. Do mesmo modo, para esta transformação nos paradigmas educacionais a autora defende a metodologia de projetos como a que melhor serve à proposta de estabelecer uma relação dialógica entre professores e alunos além de favorecer o desenvolvimento da autonomia, da criatividade, do espírito investigativo, da convivência e do trabalho solidário e colaborativo.
Conforme Behrens afirma, “A vivência fraterna e solidária nas situações de aprendizagem tende a se estender às relações do estudante com os demais membros da sociedade, e só este procedimento bastaria para defender a relevância desta metodologia.” (p. 78)
BEHRENS, Marilda Aparecida. Tecnologia interativa a serviço da aprendizagem colaborativa num paradigma emergente. In: ALMEIDA, Maria Elizageth Bianconcini; MORAN, José Manuel (Org.). Integração das Tecnologias na Educação: Salto para o futuro. Brasília: Ministério da Educação, Seed, 2005. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seed/index.php?option=content&task=view&id=165&Itemid=303
Behrens defende o uso do computador e da rede de informações como suportes importantes de uma ação pedagógica inovadora e competente. Do mesmo modo, para esta transformação nos paradigmas educacionais a autora defende a metodologia de projetos como a que melhor serve à proposta de estabelecer uma relação dialógica entre professores e alunos além de favorecer o desenvolvimento da autonomia, da criatividade, do espírito investigativo, da convivência e do trabalho solidário e colaborativo.
Conforme Behrens afirma, “A vivência fraterna e solidária nas situações de aprendizagem tende a se estender às relações do estudante com os demais membros da sociedade, e só este procedimento bastaria para defender a relevância desta metodologia.” (p. 78)
BEHRENS, Marilda Aparecida. Tecnologia interativa a serviço da aprendizagem colaborativa num paradigma emergente. In: ALMEIDA, Maria Elizageth Bianconcini; MORAN, José Manuel (Org.). Integração das Tecnologias na Educação: Salto para o futuro. Brasília: Ministério da Educação, Seed, 2005. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seed/index.php?option=content&task=view&id=165&Itemid=303
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Texto 11
No texto “Os softwares educativos são interativos?”, Joana Aparecida Aires analisa vários aspectos de cinco programas educativos de química para avaliar a sua interatividade.
A autora inicia diferenciando interação de interatividade, colocando o termo interação como de significado mais amplo e a interatividade como uma ação mais específica, ou as várias formas de interação possível. Mas, que ambas tem sentido de bidirecionalidade, de participação mútua, uma função em constante troca de dar e receber informações e influências.
Segundo Aires a interatividade pode dar-se de forma mútua ou reativa, dependendo dos recursos que o programa oferece nas dimensões de sistema, fluxo e interface. Referindo Primo (1998) Aires diz que “o autor interpreta que a interação mútua caracteriza-se como um sistema aberto, enquanto que a interação reativa caracteriza-se como um sistema fechado”. O sistema aberto favorece maior liberdade, criatividade, o usuário tem possibilidade de participar da elaboração ou construção das interfaces, decidindo seu próprio percurso. Já no sistema fechado ele apenas pode reagir, de acordo com a seqüência e opções que o programador definiu.
Dentre os programas analisados, todos foram classificados como de interatividade reativa, de sistema fechado, pois apenas permitiam ao usuário um número limitado de ações pré-programadas, alguns mais limitados que outros. Apenas um dos sofwares analisados possuía hipertexto; três eram com e dois sem recursos de animação, imagens e som; três eram de interfaces que dificultavam a navegação. E, por nenhum deles ser virtual a autora considera que não são de interatividade mútua. Conforme Primo (1998) citado por Aires, “uma interface plenamente interativa é aquela que trabalha na virtualidade”.
AIRES, Joanez A.; ERN, Edel. Os softwares educativos são interativos. Informática na Educação: Teoria e Prática, Porto Alegre: UFRGS, Faculdade de Educação, Pós-Graduação em Informática na Educação, v. 5, n. 1, p. 79-87, mai. 2002. Disponível em http://www.unisinos.br/pastanet/arqs/0716/2622/softwares_educativos.pdf
No texto “Os softwares educativos são interativos?”, Joana Aparecida Aires analisa vários aspectos de cinco programas educativos de química para avaliar a sua interatividade.
A autora inicia diferenciando interação de interatividade, colocando o termo interação como de significado mais amplo e a interatividade como uma ação mais específica, ou as várias formas de interação possível. Mas, que ambas tem sentido de bidirecionalidade, de participação mútua, uma função em constante troca de dar e receber informações e influências.
Segundo Aires a interatividade pode dar-se de forma mútua ou reativa, dependendo dos recursos que o programa oferece nas dimensões de sistema, fluxo e interface. Referindo Primo (1998) Aires diz que “o autor interpreta que a interação mútua caracteriza-se como um sistema aberto, enquanto que a interação reativa caracteriza-se como um sistema fechado”. O sistema aberto favorece maior liberdade, criatividade, o usuário tem possibilidade de participar da elaboração ou construção das interfaces, decidindo seu próprio percurso. Já no sistema fechado ele apenas pode reagir, de acordo com a seqüência e opções que o programador definiu.
Dentre os programas analisados, todos foram classificados como de interatividade reativa, de sistema fechado, pois apenas permitiam ao usuário um número limitado de ações pré-programadas, alguns mais limitados que outros. Apenas um dos sofwares analisados possuía hipertexto; três eram com e dois sem recursos de animação, imagens e som; três eram de interfaces que dificultavam a navegação. E, por nenhum deles ser virtual a autora considera que não são de interatividade mútua. Conforme Primo (1998) citado por Aires, “uma interface plenamente interativa é aquela que trabalha na virtualidade”.
AIRES, Joanez A.; ERN, Edel. Os softwares educativos são interativos. Informática na Educação: Teoria e Prática, Porto Alegre: UFRGS, Faculdade de Educação, Pós-Graduação em Informática na Educação, v. 5, n. 1, p. 79-87, mai. 2002. Disponível em http://www.unisinos.br/pastanet/arqs/0716/2622/softwares_educativos.pdf
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Avaliar na Cibercultura
O imaginário dos avanços tecnológicos abre múltiplas ênfases na cibercultura em redes, inúmeras são as possibilidades na Web.
As escolas devem se equipar dessa tecnologia para que os alunos possam navegar na internet e buscar construir conhecimentos com a mediação do educador na seleção dos conteúdos interdisciplinares a serem pesquisados, que na prática visa a socialização e interação.
Em muitas escolas de nossa pesquisa não há projetos voltados à informática nem professores competentes para auxiliar nesse modo de aprendizagem. Os estudantes das diferentes classes sociais necessitam de um suporte motivador para avançar nos conhecimentos e lidar com a informática para aprendizagem autônoma.
As escolas devem se equipar dessa tecnologia para que os alunos possam navegar na internet e buscar construir conhecimentos com a mediação do educador na seleção dos conteúdos interdisciplinares a serem pesquisados, que na prática visa a socialização e interação.
Em muitas escolas de nossa pesquisa não há projetos voltados à informática nem professores competentes para auxiliar nesse modo de aprendizagem. Os estudantes das diferentes classes sociais necessitam de um suporte motivador para avançar nos conhecimentos e lidar com a informática para aprendizagem autônoma.
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