SEJAM TODOS BEM-VINDOS!!!!!

Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS
P.A.: Educação Digital - ensino e aprendizagem no mundo digital

Este Blog foi criado a partir do estímulo da Professora Eliane Schlemmer, na disciplina intitulada Educação e Aprendizagem no Mundo Digital. Tendo como base este estímulo, resolvemos criar o Blog chamado INCLUSÃO DIGITAL DA EJA, o mesmo foi inspirado em nossas dúvidas quanto aos Projetos de Inclusão para os alunos com mais de 35 anos e como eles se sentem em relação a isso.
Saudamos a todos e sintam-se acolhidos!!!

Abraços,
Amanda, Cátia, Iria e Rosane

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Ao chegar o final deste semestre terminamos o nosso Projeto de Aprendizagem sobre a Inclusão da EJA no mundo digital-virtual. Acredito estar bom, pois todas pesquisamos e nos dedicamos bastante para fazê-lo. Eu gostei muito de realizar esse PA , pois aprendi muito aprendi muito ne, ela foi muito produtiva e eu entrei aqui com um pensamento e sairei com outro. Adorei o meu grupo, as meninas são ótimas. Vou levar muita coisa deste PA . Foi um enorme prazer esse PA, eu estava completamente cega para esse mundo digital , espero poder futuramente passar o que eu aprendi e pesquisar cada vez mais sobre o assunto, as leituras foram boas, apesar de no início serem bastante, os fóruns e os chats... é uma pena que está acabando, vou sentir saudades das colegas do grupo.

Considerações finais!

Ao final deste semestre gostaria de falar da minha satisfação de ter realizado este PA, pois este Programa de Aprendizagem me possibilitou conhecer ferramentas do mundo digital que eu ainda não conhecia, como por exemplo o Second Life, blog e moodle, todas estas ferramentas eu já tinha ouvido falar, mas ainda não tinha utilizado elas.
Com o auxílio das leituras realizadas durante o semestre e das professoras, posso dizer que saio com muita satisfação deste PA, pois hoje posso dizer que conheço um pouco mais deste mundo digital que esta cada vez mais avançado. E com a pesquisa realizada pelo meu grupo pude perceber a importância de incluir os adultos no mundo digital, afinal nossas crianças de hoje "já nascem" em frente a um computador, ja sabem explorar suas ferramentas e interagir à distância com as pessoas, já nossos adultos não tem a oportunidade de conhecer este mundo que esta cada vez mais avançado, cabe a nos educadores incentivarmos eles a conhecer este mundo tão avançado.
É com muita satisfação que termino este semestre, sabendo da importância de aprofundar meus conhecimentos sobre as ferramentas apresentadas por este PA e utilizá-las no meu dia a dia.
Abraços!

Minhas percepções sobre o PA cursado

Gostei muito deste PA, pois descobri ferramentas como o Second Life, o Moodle, os Blogs, entre tantas outras coisas. Sobre as leituras apreciei algumas delas, não posso dizer que gostei de todas, porém aprendi muito ao ler os artigos indicados.
Confesso que prefiro descobrir como os eletrônicos funcionam, sem ler os manuais que os acompanham, é muito mais emocionante e fascinante, torna as descobertas mais prazerosas e marcantes.
Como minha primeira experiência em um PA à distância, penso que poderia ter aprendido mais coisas e aproveitado melhor, porém faltou-me conhecimento e consciência de como este funcionava.
Em uma próxima oportunidade nos encontraremos novamente e tudo será mais eficaz.
FELIZ NATAL!!!
PRÓSPERO ANO!!!
E QUE VENHAM AS FÉRIAS!!!!!

Destaques do texto 13


Texto 13

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Apresentaçao final


Apresentação Final

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Conclusão individual

Aprendi a acessar as informações que me interessam, mas ainda não é o meu perfil ficar 10, 12, 16 horas frente à tela e ler 22 páginas de texto para me inteirar no assunto. Imprimo para ler em momentos oportunizados e aproveitados para esse fim entre os demais afazeres necessários do dia-a-dia.
Este P.A. foi uma boa abertura para a tecnologia para me situar e descobrir tudo que preciso aprender no mundo digital. Esforcei-me por acompanhar as propostas de trabalho, tanto a nível individual como nas contribuições no grupo, interagindo com comentários e postagens nos blogs.
Em relação às tecnologias digitais da atualidade, creio serem muito úteis para facilitar e tornar mais rápidos os processos de comunicação e produção; porém, o uso demasiado destas privam os usuários de muitas outras experiências e relações. Isso me faz lembrar as observações que ouvi há poucos dias nos minutos finais do Programa Roda-Viva em que o entrevistado afirmava que, ao contrário do que é propagandeado, as mesmas são desfavoráveis ao desenvolvimento de uma criatividade, ou seja de uma imaginação criativa e ativa.
Como diz uma pessoa de minhas relações, “as crianças de hoje desvendam todos os segredos de um celular, mas perdem os tênis, pois não sabem amarrar os cadarços. São capazes de acessar dados sobre a produção do leite no mundo inteiro e desconhecem que a origem do leite que bebem é o úbere de uma vaca”. Os jovens de hoje crescem com televisão, aviões supersônicos, viagens espaciais, espaçonaves e sondas explorando Marte e o espaço sideral muito além do que até há pouco se imaginava possível, numa ansiedade por avançar, mas, sem parar para refletir sobre a verdadeira necessidade e os efeitos disso.
Nas outras disciplinas do curso há reflexões com enfoques de um olhar crítico e humanista sobre a construção de um futuro sustentável. Neste sentido, outra coisa que me preocupa é que a cada dia são criadas novidades tecnológicas que tornam ultrapassadas as de curto tempo anterior. E estas viram lixo. Lixo eletrônico para o qual o ser humano ainda não descobriu destino e reaproveitamento. O que será da natureza no futuro com tanta poluição? Conforme li no site
http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2007/04/26/idgnoticia.2007-04-25.0842446258/ .
O impulso ao progresso e desenvolvimento tecnológico forma uma sociedade cada vez mais competitiva acentuando as desigualdades sociais, enquanto visa o lucro e estimula a ânsia pelo consumo, provocando um descontrole social. Entre as muitas novidades descobertas neste P.A. estas foram algumas reflexões que também se somaram aos meus conhecimento, enriquecendo minhas aprendizagens através do mundo virtual.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Mapa Conceitual Reconstruído


Este mapa o grupo construiu a patir das pesquisas feitas sobre o assunto.
Nas verdade são tópicos, sendo que cada um deles poderia gerar novas
reflexões para sua ampliação e conclusão.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Texto 13

No texto “A aprendizagem com o uso das Tecnologias Digitais: Viver e Conviver na Virtualidade”, Eliane Schlemmer faz uma explanação sobre a utilidade da tecnologia na aprendizagem e a influência no modo de pensar e aperfeiçoamento da comunicação virtual entre estudantes. A autora considera a virtualidade uma “tecnologia social” em que os aprendizes interagem a exemplo do programa AVA e Moodle, onde as TDs são uma forma de ensinar e aprender coletivamente.
Schlemmer faz uma análise do desenvolvimento da teoria de Piaget aplicada às TDs, no modo como acontece a aprendizagem, o envolvimento e interesse do sujeito. Segundo a autora os ambientes de aprendizagem baseados na Web são um “Espaço puramente relacional onde é preciso aprender a se movimentar”, (p. 7) para uma transformação, por meio das comunidades relacionais virtuais formadas pelos interesses comuns e nessa interação construir a aprendizagem.
É um modo pós-moderno a educação valer-se dessa tecnologia, potencializar aos alunos a possibilidade de acompanhar o progresso onde estamos inseridos, com todas as exigências da atualidade de um mundo competitivo.
Mas, percebemos que as tecnologias em muitos contextos ainda são uma realidade "presente-ausente" e grande parcela da população nem tem acesso a ela. Destacamos que outras vezes, conforme um relato sobre projetos do mundo digital acessado nas pesquisas virtuais acerca de nosso tema, algumas propostas ditas revolucionárias se baseiam em uma prática educativa de modelos tradicionais.
SCHLEMMER, Eliane. A aprendizagem com o uso das Tecnologias Digitais: Viver e Conviver na Virtualidade. Série - estudos, Campo Grande, v. 0, n. 19, p. 103-126, 2005.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Análise das entrevistas feitas pelo grupo


Entrevistas E QuestionáRios 3

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Análise das entrevistas feitas pelo grupo



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quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Análise das entrevistas feitas pelo grupo


Entrevistas E QuestionáRios

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quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Apreciação do Texto 09


Texto 09

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Apreciação do Texto 08


Texto 08

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Apreciação dos textos.

O texto de Joanez Aparecida Aires são analisados cinco softwares educativos, ao decorrer do texto surge um questinamento, o que é interatividade? O que é um software educativo? Então surge a explicação de da diferença entre interatividade e interação.
Primo (1998) interpreta que a interação mútua caracteriza-se como um sistema aberto, enquanto que a interação reativa caracteriza-se como um sistema fechado.

O sistema aberto favorece maior liberdade, criatividade, o usuário tem possibilidade de participar da elaboração ou construção das interfaces, decidindo seu próprio percurso. Já no sistema fechado ele apenas pode reagir, de acordo com a seqüência e opções que o programador definiu.
Verificou-se, então, que os softwares analisados, por apresentarem-se como sistemas fechados, não podem ser caracterizados como de interação mútua.

Dentre os programas analisados, todos foram classificados como de interatividade reativa, de sistema fechado, pois apenas permitiam ao usuário um número limitado de ações pré-programadas, alguns mais limitados que outros. Apenas um dos sofwares analisados possuía hipertexto; três eram com e dois sem recursos de animação, imagens e som; três eram de interfaces que dificultavam a navegação.
AIRES, Joanez A.; ERN, Edel. Os softwares educativos são interativos. Informática na Educação: Teoria e Prática, Porto Alegre: UFRGS, Faculdade de Educação, Pós-Graduação em Informática na Educação, v. 5, n. 1, p. 79-87, mai. 2002

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Pesquisas Virtuais sobre ID na EJA

A EJA na APAE - DF
A EJA na APAE é um projeto de escolarização voltado para a inclusão do deficiente (neste caso deficiente intelectual) no mundo do trabalho. Pois, sem este domínio seu acesso a um emprego fica ainda mais restrito. Os conteúdos elaborados são do cotidiano de suas vivências, em forma de temas geradores para torná-los ativos e participativos e o aluno pode cursar as disciplinas de acordo com seu ritmo de aprendizagem. O laboratório de informática complementa o atendimento pedagógico e possibilita um maior dinamismo no aprendizado. Neste caso, quando o aluno conseguisse vencer o ciclo até a 4ª série do esino fundamental era encaminhado para inclusão em classes regulares.
http://www.apaedf.org.br/eja.htm

Pesquisas Virtuais sobre ID na EJA

Um Relato de Experiência
Uma monitora ao iniciar na sala de informática numa escola de EJA diz que, quando começou o trabalho os alunos estavam copiando textos somente com maiúsculas sem entenderem o sentido do trabalho. Então, após uma intervenção ela propôs às professoras um trabalho diferente de reflexão sobre a escrita. Ela começou fazendo uma pesquisa para conhecer o nível em que cada um estava na alfabetização. Houve resistência inicial a essa proposta nova, alguns inclusive querendo desistir das aulas, mas depois, com insistência o trabalho avançou satisfatoriamente.
http://www.santabarbara.sp.gov.br/educacao/index.php?pag=relatos

Pesquisas Virtuais sobre ID na EJA

Relato de Estágio – gestão Escolar e Tecnologias Educacionais
Pesquisando na internet sobre questão da EJA e Projetos de inclusão digital, descobrimos um blog de uma estagiária de Pedagogia sobre suas atividades com propostas de inclusão digital numa escola municipal de Santa Catarina onde ocorrem trabalhos do curso da EJA.
Segundo o relatório, há muito interesse por parte dos alunos, inclusive questionamento sobre o preenchimento da carga horária que era de 40 h que devido aos feriados e reuniões ficaram prejudicadas, pois eram em dias de semana fixos.
Segundo percepção da estagiária, “a troca de experiências e a cooperação são iniciativas essenciais para o sucesso dos objetivos a serem alcançados no processo de ensino-aprendizagem”. Em contraponto, ela coloca que “muitas escolas estão com os laboratórios fechados” Segundo Lis, “para a inserção das tecnologias se evidencia muitas barreiras: falta de apoio técnico, financeiro e desconhecimento do direito adquirido sobre a adoção de políticas públicas de apoio à infoinclusão”.
No relato a estagiária apresenta a dificuldade de colocar em prática seu projeto, primeiro porque a sala de informática estava em reforma, depois houve alunos que desistiram em função dessa longa espera. Ela havia feito um planejamento seguinte:
· 1 aula de Recados e informações – História do computador;
· 03 Aulas em cada um dos seguintes programas: de Editor de Texto – Writter; Planilha de Calc – Calc; Impress – Impress; Revisão de Writter, Calc. e Impress; (Ensinar como Salvar no disquete, na pasta, abrir disquete, abrir pastas / abrir e mexer no Cd. Tirar todas as dúvidas pendentes); Internet (Sites de Pesquisa/ Pesquisar no site de busca, textos e imagens, recortar e colar no Editor de texto e enviar por e-mail. Criar e-mail).Mas teve de começar com o manuseio básico “pois alguns tinham medo de tocar no computador pois tinham receio de estragá-lo” e depois foi necessário retomar os conteúdos em função de interrupção na seqüência das aulas. Segundo ela, “os alunos estavam muito dependentes quanto ao uso do computador e esqueceram praticamente tudo que foi abordado, pelo fato de não terem acesso a essas máquinas, por esse tempo prolongado” (3 semanas- período de interrupção das aulas para manutenção das máquinas). Ela demonstrou preocupação em concluir o programa que estava atrasado pelos vários fatores mencionados.
http://lislb.zip.net/

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

APRECIAÇÕES DOS TEXTOS 11 E 12

O texto “Os Softwares Educativos são Interativos?” de Joanez Aparecida Aires e Edel Ern, apresenta análise se cinco softwares na área da educação que se dizem ser interativo. Durante a leitura vamos percebendo que os autores fazem um questionamento e conceituam o que é interatividade.
Mas como avaliar um software? Não é apenas uma escolha, utilizar um software para uso educativo na escola é complicado, pois devemos analisar quanto ao seu conteúdo e cabe ao professor fazer essa análise de acordo com a sua proposta pedagógica que pretende desenvolver com a sua turma. Também avaliar um software não depende somente de conhecimentos em informática, outros fatores são extremamente fundamentais como: ter conhecimento sobre as teorias de aprendizagem, concepções educacionais, práticas pedagógicas, saber qual o papel do computador, do aluno e do professor dentro deste contexto, porque o aluno percorre um caminho para construir o seu conhecimento, ele não é adquirido de forma imediata.
Todos esses fatores são importantíssimos para a escolha de um software, pois os educadores devem escolher um programa que esteja relacionado diretamente com a sua proposta pedagógica, que pretende desenvolver e não simplesmente levar em consideração o seu layout, pois será, então apenas uma comercialização de softwares educativos, que não acrescentam nada ao trabalho educativo. Entra aí o papel mediador do professor com suas concepções sobre o que é ensinar e aprender!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

AVALIAR NA CIBERCULTURA

A partir da leitura realizada do texto “AVALIAR NA CIBERCULTURA” de Andréa Cecília Ramal foi possível perceber que esse texto trata das necessidades que precisam ser repensadas na Educação.
A autora, para iniciar seu texto, utiliza recursos que fazem com que o leitor se interesse em saber sobre o que o texto trata ou como pode ajudar na inovação dos nossos conhecimentos.
Todos esses fatores de que o texto trata fazem com que desperte em nós, educadores, um novo olhar sobre as mudanças que estão ocorrendo na educação.
Para que isso ocorra é necessário que cada educador reflita sobre a sua prática de ensino, para assim podermos tomar novos rumos e assumir atitudes de quem acredita nessas novas mudanças na educação.
As informações transmitidas pelo professor tornam-se pouco revelantes, pois as tecnologias digitais passam a atender essas carências com mais rapidez. Mas para isso, o aluno deve também estar preparado para buscar e selecionar as informações que façam sentido para sua formação, envolvendo o aluno como sujeito da sua própria aprendizagem. Devemos saber como utilizar com maior eficácia essas novas tecnologias digitais virtuais no nosso trabalho pedagógico. Assim, a metodologia por aprendizagem de projetos busca envolver o aluno diretamente, formando grupos de pesquisa conforme os interesses que são comuns.
Creio que esse texto me fez refletir sobre o quanto ainda preciso ir em busca de novos conhecimentos e ainda preciso ampliar a minha visão sobre novos conceitos em relação à minha prática como educadora!

domingo, 16 de novembro de 2008

Texto 12

No texto, “Tecnologia interativa a serviço da aprendizagem colaborativa num paradigma emergente”, Marilda Aparecida Behrens faz uma breve referência à evolução da visão científica a partir do paradigma newtoniano-cartesiano, de conhecimento dualista, fragmentado e racional. Segundo ela, a revolução tecnológica provoca o surgimento da sociedade do conhecimento que instiga um novo modelo de educação e aprendizagem, que prepare o aluno para ser um cidadão autônomo e colaborativo, capaz de produzir e renovar continuamente seus conhecimentos num mundo de certezas instáveis.
Behrens defende o uso do computador e da rede de informações como suportes importantes de uma ação pedagógica inovadora e competente. Do mesmo modo, para esta transformação nos paradigmas educacionais a autora defende a metodologia de projetos como a que melhor serve à proposta de estabelecer uma relação dialógica entre professores e alunos além de favorecer o desenvolvimento da autonomia, da criatividade, do espírito investigativo, da convivência e do trabalho solidário e colaborativo.
Conforme Behrens afirma, “A vivência fraterna e solidária nas situações de aprendizagem tende a se estender às relações do estudante com os demais membros da sociedade, e só este procedimento bastaria para defender a relevância desta metodologia.” (p. 78)

BEHRENS, Marilda Aparecida. Tecnologia interativa a serviço da aprendizagem colaborativa num paradigma emergente. In: ALMEIDA, Maria Elizageth Bianconcini; MORAN, José Manuel (Org.). Integração das Tecnologias na Educação: Salto para o futuro. Brasília: Ministério da Educação, Seed, 2005. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seed/index.php?option=content&task=view&id=165&Itemid=303

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Texto 11
No texto “Os softwares educativos são interativos?”, Joana Aparecida Aires analisa vários aspectos de cinco programas educativos de química para avaliar a sua interatividade.
A autora inicia diferenciando interação de interatividade, colocando o termo interação como de significado mais amplo e a interatividade como uma ação mais específica, ou as várias formas de interação possível. Mas, que ambas tem sentido de bidirecionalidade, de participação mútua, uma função em constante troca de dar e receber informações e influências.
Segundo Aires a interatividade pode dar-se de forma mútua ou reativa, dependendo dos recursos que o programa oferece nas dimensões de sistema, fluxo e interface. Referindo Primo (1998) Aires diz que “o autor interpreta que a interação mútua caracteriza-se como um sistema aberto, enquanto que a interação reativa caracteriza-se como um sistema fechado”. O sistema aberto favorece maior liberdade, criatividade, o usuário tem possibilidade de participar da elaboração ou construção das interfaces, decidindo seu próprio percurso. Já no sistema fechado ele apenas pode reagir, de acordo com a seqüência e opções que o programador definiu.
Dentre os programas analisados, todos foram classificados como de interatividade reativa, de sistema fechado, pois apenas permitiam ao usuário um número limitado de ações pré-programadas, alguns mais limitados que outros. Apenas um dos sofwares analisados possuía hipertexto; três eram com e dois sem recursos de animação, imagens e som; três eram de interfaces que dificultavam a navegação. E, por nenhum deles ser virtual a autora considera que não são de interatividade mútua. Conforme Primo (1998) citado por Aires, “uma interface plenamente interativa é aquela que trabalha na virtualidade”.
AIRES, Joanez A.; ERN, Edel. Os softwares educativos são interativos. Informática na Educação: Teoria e Prática, Porto Alegre: UFRGS, Faculdade de Educação, Pós-Graduação em Informática na Educação, v. 5, n. 1, p. 79-87, mai. 2002. Disponível em
http://www.unisinos.br/pastanet/arqs/0716/2622/softwares_educativos.pdf

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Avaliar na Cibercultura

O imaginário dos avanços tecnológicos abre múltiplas ênfases na cibercultura em redes, inúmeras são as possibilidades na Web.
As escolas devem se equipar dessa tecnologia para que os alunos possam navegar na internet e buscar construir conhecimentos com a mediação do educador na seleção dos conteúdos interdisciplinares a serem pesquisados, que na prática visa a socialização e interação.
Em muitas escolas de nossa pesquisa não há projetos voltados à informática nem professores competentes para auxiliar nesse modo de aprendizagem. Os estudantes das diferentes classes sociais necessitam de um suporte motivador para avançar nos conhecimentos e lidar com a informática para aprendizagem autônoma.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

TIC

A chegada das tecnologias de informação e comunicação (TIC) na escola evidencia desafios e problemas relacionados aos espaços e a os tempos que o uso das tecnologias novas e convencionais provoca nas práticas que ocorrem no cotidiano da escola. Para entendê-los e superá-los é fundamental reconhecer as potencialidades das tecnologias disponíveis e a realidade em que a escola se encontra inserida, identificando as características do trabalho pedagógico que nela se realizam, de seu corpo docente e discente, de sua comunidade interna e
externa.
Quando o professor convida o aprendiz a um site, ele não apenas lança mão da nova mídia para potencializar a aprendizagem de um conteúdo curricular, mas contribui pedagogicamente para a inclusão desse aprendiz na cibercultura.
Cabe a nós educadores, escola, incluirmos nossos alunos nesta chegada da TIC, como dito no texto devemos reconhecer as potencialidades destas técnologias disponíveis e a realidade em que a escola está inserida para que possam trazer contribuições significativas para os alunos, mas salientando sempre de que o professor deve estar preparado para poder auxiliar seus alunos.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

TICs na Educação (textos 7 e 8)

Os textos apresentam a evolução das tecnologias digitais e apontam para a necessidade de incorporação desses recursos na educação como ambientes de construção colaborativa de conhecimentos e uma forma de superar a educação baseada na transmissão de informações limitada à sala de aula em que o aluno pouco participa das decisões sobre sua aprendizagem. Segundo Gutierrez, os weblogs são ferramentas de comunicação e aprendizagem democrática e interativa que oferecem inúmeras possibilidades de aproveitamento na educação e suas vantagens consistem em serem de fácil edição, publicação e interação.
A autora alerta: “O computador, a internet e as possibilidades de acesso à informação oportunizadas pelas tecnologias digitais, são necessários, mas não suficientes para a construção do conhecimento. (Gutierrez p. 95)” Assim, um blog serve para registro e organização dos estudos e conhecimentos, permitindo-se a aprendizagem num exercício de auto-crítica e reformulação constante através da discussão e acréscimo de novos elementos.
Silva afirma: “A contribuição da educação para a inclusão do aprendiz na cibercultura exige um aprendizado prévio por parte do professor. Uma vez que não basta convidar a um site para se promover inclusão na cibercultura (p. 63) Estar on-line não significa estar incluído na cibercultura. Internet na escola não é garantia da inserção crítica das novas gerações e dos professores na cibercultura.”.(p. 67 )
Almeida acrescenta que “Inserir-se na sociedade da informação não quer dizer apenas ter acesso às tecnologia de informação e comunicação (TIC), mas principalmente saber utilizar essa tecnologia para a busca e a seleção de informações que permitam a cada pessoa resolver os problemas do cotidiano, compreender o mundo e atuar na transformação de seu contexto”. (p. 71) Este uso das TICs está baseado em dois aspectos: o domínio da técnica e o desenvolvimento das funções sociais desses recursos tecnológicos. Nesse sentido, o acesso e a aprendizagem de habilidades técnicas relacionadas ao domínio da tecnologia são condições básicas para um uso proveitoso desses recursos na busca da construção de conhecimentos e interação social produtiva e cidadã.
Behrens defende o uso do computador e da rede de informações como suportes importantes de uma ação pedagógica inovadora e competente. Do mesmo modo, para esta transformação nos paradigmas educacionais a autora defende a metodologia de projetos como a que melhor serve à proposta de estabelecer uma relação dialógica entre professores e alunos além de favorecer o desenvolvimento da autonomia, da criatividade, do espírito investigativo, da convivência e do trabalho solidário e colaborativo.
GUTIERREZ, Suzana de Souza. O Fenômeno dos Weblogs: as Possibilidades Trazidas por uma Tecnologia de Publicação na Internet. Informática na Educação: teoria & prática, Porto Alegre, v. 6, n. 1, p. 87-100, jan./jun. 2003.
ALMEIDA, Maria Elizageth Bianconcini; MORAN, José Manuel (Org.). Integração das Tecnologias na Educação: Salto para o futuro. Brasília: Ministério da Educação, Seed, 2005. (Capítulo 2). Disponível em
http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/2sf.pdf

Aprendizagem através das TIC's

Atualmente, a minoria da população nacional tem acesso a um computador em suas residências. Assim acontecesse que grande parte dessa população não tem acesso à Internet. E se a escola não inclui a Internet na educação ela está na contramão da história, alheia ao espírito e ao tempo e, criminosamente, produzindo exclusão social ou exclusão da cibercultura.
Compreende-se assim que a cibercultura são modos de vida e de comportamentos assimilados e transmitidos na vivência histórica e cotidiana marcada pelas tecnologias informáticas, mediando a comunicação e a informação via Internet.
Também sabe-se que não basta ter acesso à tecnologia, informação e comunicação (TIC), mas saber utilizá –las na busca e seleção dessas informações, favorecendo a compreensão crítica da realidade e ao desenvolvimento humano, social, cultural e educacional, podendo levar a criação de uma sociedade justa e igualitária para todos.
Para isso o professor deve ter um aprendizado prévio para incluir o aluno no mundo virtual, uma vez que não basta apenas convidar a entrar num site para se promover a inclusão da cibercultura, ele precisará se dar conta de que o currículo escolar precisa de uma “nova vida”, e o nosso desafio como educadores é incluir e fixar nele o ensino e aprendizagem da tecnologia de informação e comunicação( TIC )

quinta-feira, 9 de outubro de 2008


Este é nosso Mapa provisório, elaborado pelo grupo há tempo. Só não foi postado antes devido a dificuldades variadas...

domingo, 28 de setembro de 2008

APONTAMENTOS DA PESQUISA TEÓRICA VIRTUAL

APONTAMENTOS DA PESQUISA TEÓRICA VIRTUAL

O DESAFIO DA INCLUSÃO DIGITAL NA EJA
Neste mundo que cada vez mais se organiza e trabalha servindo-se de computadores e outros aparelhos semelhantes, o jovem e adulto que volta aos bancos escolares, tem à sua frente um duplo desafio: aprender os conhecimentos escolares básicos e aprender estes e outros novos através do computador.
As iniciativas que buscam promover a inclusão digital dos alunos da EJA tem como base a filosofia de desenvolver a função social da escrita. Isto significa que alfabetizar não é só ensinar a decifrar um conjunto de letras que formam palavras e frases, mas a fazer uso disso para as necessidades diárias da vida pessoal e profissional. E no dia a dia da nossa sociedade, a leitura e escrita está presente através de tecnologias cada vez mais modernas e as pessoas precisam aprender também a fazer uso desses recursos para ter acesso às informações e outras facilidades que estes meios oferecem.

A GERAÇÃO ANALÓGICA X INFORMÁTICA NA EJA
A realidade atual força a necessidade dessa aprendizagem porque a tecnologia está cada vez mais presente em todos os setores e ambientes e quem resiste a usar acaba ficando marginalizado. Em áreas que há poucas décadas exigiam nem a alfabetização primária, agora já exigem graus maiores de estudo e até conhecimentos da cibercultura. E não é só no trabalho. Nas simples tarefas da vida cotidiana, observamos crescer o número de automatizações, de auto-serviços.
Mas a geração que cresceu antes da era da informática, tem dificuldades em se adaptar ao uso desses recursos, pois não está acostumada a manusear e explorar essas possibilidades. Por isso, às vezes, há resistência em aceitar as novas tecnologias na sua vida. Desse modo, os professores da EJA tem de ter noção das orientações necessárias para que os “analfabetos digitais” aprendam de forma mais proveitosa a usar os recursos do computador.
A escola não pode ficar fora dessa realidade. Mais do que isso, a escola serve justamente para democratizar os conhecimentos para se viver nesta realidade. Na escola se deve poder aprender a manusear essas tecnologias e também como se servir delas para desenvolver os demais conhecimentos importantes para nossa vida, ou seja, colocá-las na prática de uso social.
Segundo Bonilla (apud. Silva, 2005, p. 33;)
[1], “... fica claro que a inclusão digital não é uma simples questão de que se resolve comprando computadores para a população de baixa renda e ensinando as pessoas a usar este ou aquele software. Ter ou não acesso à infra-estrutura tecnológica é apenas um dos fatores que influenciam na in/exclusão digital, mas não é o único, nem o mais relevante.”
Concordamos, mas consideramos importante lembrar que esta é a primeira questão a ser solucionada para que depois se possa resolver a segunda. Deve-se, além do acesso, buscar formas de tornar possível a todos a aprendizagem mais completa possível de todos os recursos que o computador oferece, com orientações claras e detalhadas sobre procedimentos e termos, desde os mais simples até a exploração de programas e ações mais complexos. Segundo Duarte
[2], “O acesso e a qualificação para o uso das novas tecnologias de informação e comunicação são fundamentais para combater os fatores que levam a novas formas de exclusão do conhecimento, a info-exclusão.”.
[1] Em: GARCIA, Luiz Miguel Martins. LETRAMENTO E INCLUSÃO DIGITAL. FIPAR – Parnaíba, MS. Disponível em http://www.alb.com.br/anais16/sem01pdf/sm01ss08_06.pdf
[2] Em DUARTE, André Fe lipe Pinto “A educação de jovens e adultos e a inclusão digital: os efeitos da inclusão digital sobre os egressos”, disponível em http://www.fevale.edu.br/seminario/cd/files/pdf/2787.pdf

Projeto EJA e Inclusão Digital

UNIVERSIDADE DO VALE DO RIO DOS SINOS – UNISINOS
P.A.: Educação Digital – ensino e aprendizagem no mundo digital
Docente: Eliane Schlemmer
Monitora: Sandra Deuschle
Estagiária: Daiana Trein

Atividade prática:
Elaboração de Projeto de Aprendizagem
Nome dos integrantes do grupo
1. Amanda Letícia Severo Severo
2. Cátia Rostirolla De Marco S.
3. Iria Maria Urnau
4. Rosane da Silva Horbach


Nome do projeto
EJA E A INCLUSÃO DIGITAL
Descrição do Projeto
Pretendemos realizar pesquisas virtuais sobre a inclusão digital com os alunos da EJA e como as escolas trabalham essa questão. Para tanto pretendemos pesquisar na internet e nas escolas, com os envolvidos na EJA.
Dúvidas temporárias
- Como inserir os alunos da EJA, com mais de 40 anos, no Mundo Digital – Virtual?
- Esses alunos querem adentrar neste novo “mundo”?
- De que forma podemos ajudá-los?
- A escola possui algum programa de inclusão digital direcionado a estes alunos?
Certezas provisórias
Precisamos inserir nossos alunos da EJA neste Mundo Digital-Virtual, precisamos torná-los membros ativos desta nova sociedade que se forma voltada a todas essas novas tecnologias.
Planejamento
O grupo irá se reunir e trocar idéias virtualmente para melhor discutir e explanar o tema e seus objetivos centrais.
A princípio definimos isso, mas vamos adequando o Projeto conforme as necessidades e possibilidades.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Oi, gente amiga
Cá estamos para mais um desafio: aprender e estudar sobre a aprendizagem no mundo digital. Contribua você também.